a mãe está na cozinha a descascar batatas para o almoço. A mãe pensa: que estará ela a fazer!!!
Nesse instante, entra a Beatriz na cozinha, após um breve período deseparecida. Trás com ela uma lâmpada.
-«a lu!! lúuu!!» esticando a mão que agarra uma lâmpada.
a mãe vira-se. Depara-se com aquela cena, e inconscientemente sorri e pensa onde é que ela terá arranjado aquilo. Fica-se pelo sorrir interiormente, aquele sorriso que só ela pode sentir, e que se torna sinal de permissão quando exteriorizado.
-«ò filha!!!», diz a mãe com muito cuidado, para que a B. não se assuste, e não atire violentamente a lâmpada para o chão.
- «onde estava?, mostra à mãe», nesse preciso momento, a mãe agarra a lâmpada sã e salva, e dirige-se para o local do crime. Ali estava, no quarto da mãe, o candeeiro tombado, agora sem lâmpada. Como ela a conseguiu tirar, só ela o saberá. Não houve testemunhas. O facto é que quando a lâmpada voltou para o lugar dela, deu logo sinal da tão «lú» que fascina a Beatriz. Estava ligado o candeeiro.
-«Olha Beatriz não é para tirar, não se mexe aqui, faz dói-dói», reforçou a mãe, na esperança que ela memorize o que não deve mexer.
Bom, enquanto a mãe faz o almoço, além da sala, é melhor também ter a porta do quarto da mamã fechada, OK!
Que perigo!
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